Federação Paranaense de Montanhismo- FEPAM

 

AEEP - Associação de Escalada Esportiva do Paraná

 

 

Proposta de regulamento para o RANKING PARANAENSE de

ESCALADA ESPORTIVA - 2003

 

 

 

CURITIBA

DEZEMBRO 2002Sumário

 

1 REGRAS GERAIS 13

1.1 Princípios 13

1.2 INTRODUÇÃO 13

1.3 POntuação 13

2 REGRAS ESPECÍFICAS - boulder 13

2.1 INTRODUÇÃO 13

2.2 ZONA DE ISOLAMENTO 13

2.3 PERÍODO DE OBSERVAÇÃO 13

2.4 COMPETIÇÃO 13

2.5 FINAL DE UMA TENTATIVA 13

2.6 INCIDENTE TÉCNICO 13

2.7 CLASSIFICAÇÃO APÓS CADA FASE 13

2.8 FALTAS 13

2.9 DESCLASSIFICAÇÃO 13

2.10 RECLAMAÇÕES 13

3 REGRAS ESPECÍFICAS - DIFICULDADE 13

3.1 INTRODUÇÃO 13

3.2 ZONA DE ISOLAMENTO 13

3.3 ZONA DE OBSERVAÇÃO 13

3.4 COMPETIÇÃO 13

3.5 INCIDENTE TÉCNICO 14

3.6 FALTAS 14

3.7 DESCLASSIFICAÇÃO 15

3.8 RECLAMAÇÕES 15

4 REGRAS ESPECÍFICAS DIFICULDADE TRABALHADA 17

4.1 INTRODUÇÃO 17

4.2 ZONA DE ISOLAMENTO 17

4.3 COMPETIÇÃO 18

4.4 INCIDENTE TÉCNICO 19

4.5 FALTAS 20

4.6 DESCLASSIFICAÇÃO 20

4.7 RECLAMAÇÕES 21

 

Lista de tabelas

 

Tabela 1 - Tabela de Pontuação Por Etapa 13

Tabela 2 - Pontuação decimal usada pelo júri 13

 

Lista de quadros

 

QUADRO 1 - estrutura da pontuação utilizada pelo júri 13

 

1 REGRAS GERAIS

1.1 Princípios

1.1.1 Este regulamento será gerido por três princípios básicos: honestidade, bom senso ou senso comum e segurança.

1.1.2 Honestidade - acredita-se que todos os envolvidos no ranking ajam de boa fé, assumindo atitudes que visam o desenvolvimento do esporte;

1.1.3 Bom senso - todos devem agir de forma a cumprir com as necessidades da coletividade ou seja, do esporte; e respeitar os direitos dos indivíduos sejam eles atletas, organizadores, público ou patrocinadores.

1.1.4 Segurança - a não ocorrência de acidentes deve ser prioridade no planejamento e nas ações tomadas por parte da comissão organizadora. Contudo os organizadores não são os únicos responsáveis. Incidentes só deixarão de ocorrer quando a comunidade envolvida, atletas, organizadores, público, patrocinadores e qualquer outro envolvido com o ranking, tiver ciência de que sua interação com o ambiente é fator essencial na prevenção de acidentes. Portanto qualquer atitude que potencialize a ocorrência de acidentes será avaliada pela organização e poderá ser inibida.

1.2 INTRODUÇÃO

1.2.1 O RANKING PARANAENSE DE ESCALADA ESPORTIVA - 2003 será realizado entre 1º de fevereiro de 2003 e 31 de dezembro de 2003, e coordenado pela Federação Paranaense de Montanhismo, FEPAM, juntamente com a Associação de Escalada Esportiva do Paraná, AEEP.

1.2.2 O Ranking será dividido em quatro categorias: Master Masculino, Amador Masculino, Master Feminino e Amador Feminino.

1.2.3 O Ranking será constituído por campeonatos de Dificuldade à Vista, de Boulder e Dificuldade Trabalhada.

1.2.4 Nenhum atleta residente em outro estado poderá participar do Ranking Paranaense.

1.2.5 As competições de boulder e dificuldade serão intercaladas.

1.2.6 Cabe à comissão organizadora determinar quantas etapas ocorrerão e quantas fases terão cada etapa.

1.2.7 A comissão organizadora se reserva o direito de cancelar etapas ou mesmo fases dentro das etapas para cobrir atrasos na programação ou qualquer outro acaso não planejado.

1.2.8 Se uma etapa ou até mesmo o ranking for cancelado, todo o dinheiro arrecadado não será devolvido mas sim aplicado para a realização de uma próxima etapa ou ranking.

1.2.9 A camisa do evento, a ser usada por todos os atletas durante a competição, é reservada aos patrocinadores do mesmo. Aos atletas é reservado o direito de expor a marca de seus patrocinadores na cadeirinha, bermuda ou calça, sapatilha ou calçado e bonés ou chapéus. A organização do evento tem o direito de se houver exageros por parte dos atletas em promover seus patrocinadores, suprimir tais excessos.

1.2.10 Todo o atleta que assinar o termo de compromisso no ato da inscrição, se diz ciente deste regulamento e estará sujeito ao mesmo seja cumprindo seus deveres ou reclamando seus direitos.

1.3 POntuação

1.3.1 A pontuação será feita de acordo com o número de etapas a serem realizadas:

- no caso de três etapas, o pior resultado será descartado, até mesmo para desempate;

- no caso de quatro ou mais etapas, os dois piores resultados serão descartados, até mesmo para desempate;

- persistindo o empate para a primeira colocação do ranking paranaense, após a última etapa, será realizada uma Superfinal imediatamente após o término da etapa. A via deverá ser realizada pelos atletas em questão, quantas vezes forem necessárias, com dificuldade superior a cada nova prova realizada, até que um deles saia vencedor. Os critérios dessa Superfinal serão os de Dificuldade à Vista;

1.3.2 Ao final, será divulgado um Ranking de Dificuldade à Vista, que será somado ao de Dificuldade Trabalhada e do Ranking de Boulder.

1.3.3 Ao final do Ranking, os três primeiros colocados da categoria Amador passarão a competir na Master no ano seguinte.

1.3.4 Os atletas poderão mudar da Amador para a Master antes de cada competição, abdicando de seus pontos e não podendo mais retornar a sua categoria anterior.

1.3.5 Os atletas Master não poderão mudar para a Amador.

1.3.6 Na Tabela 1 se encontra a pontuação que cada atleta receberá de acordo com sua colocação na etapa.

 

Tabela 1 - Tabela de Pontuação Por Etapa

Colocação

Pontos

Colocação

Pontos

Colocação

Pontos

1°

100

11°

31

21°

10

2°

80

12°

28

22°

9

3°

65

13°

26

23°

8

4°

55

14°

24

24°

7

5°

51

15°

22

25°

6

6°

47

16°

20

26°

5

7°

43

17°

18

27°

4

8°

40

18°

16

28°

3

9°

37

19°

14

29°

2

10°

34

20°

12

30°

1

FONTE: ICC - International Concil For Competition Climbing

NOTA: A partir do 30º colocado a pontuação é igual a 1

 

2 REGRAS ESPECÍFICAS - boulder

2.1 INTRODUÇÃO

2.1.1 As competições de boulder consistem em uma série de “problemas de boulder”. Todos os problemas devem ser escalados sem cordas. O número de agarras de mão em cada problema deve ser de no máximo 12 agarras e o número médio deve ser entre 4 e 8 agarras.

2.1.2 Todos os problemas devem ser protegidos por colchões. É responsabilidade do route-setter decidir o tamanho e posição dos colchões.

2.1.3 Altura dos problemas: por razões de segurança, a queda possível de um atleta não pode ultrapassar os 3 metros até o colchão, tomados da parte mais baixa do corpo. Pelas mesmas razões, saltos para baixo não devem ser desenhados nas vias.

2.1.4 Cada problema deve ter a posição de início de escalada designada. As agarras das mãos devem ser marcadas, e as agarras de um ou ambos os pés podem (ou não) estar marcadas. As marcações devem ser claras e devem ser as mesmas para todos os problemas. A critério do route-setter, as agarras de início podem ser marcadas com “direita” e “esquerda”.

2.1.5 Um ponto bônus deve ser dado por dominar uma agarra específica do problema. A posição desta agarra fica a critério do route-setter. Essa agarra deve ser claramente marcada com uma cor diferente das agarras iniciais e finais dos problemas. O ponto de bônus deve ser dado no caso do atleta ter feito TOP mesmo sem tê-la usado.

2.1.6 A agarra final deve ser marcada com a mesma cor da(s) agarra(s) inicial(is). Em alguns casos, o TOP será considerado se o atleta ficar de pé no topo do problema.

2.1.7 Caso necessário, uma marcação colorida pode ser usada para delimitar a área do problema.

2.1.8 As marcações devem ser as mesmas em toda a competição.

2.2 ZONA DE ISOLAMENTO

2.2.1 Todos os competidores devem se registrar e entrar na Zona de Isolamento até o horário determinado pela organização. É responsabilidade de cada atleta estar plenamente informado de todos os detalhes concernentes à competição.

2.2.2 Em casos extremos de atraso a comissão organizadora e os membros do júri irão julgar a participação ou não do atleta desde que não prejudique o andamento do campeonato.

2.2.3 Não é permitido o uso de telefones celulares por competidores ou seus acompanhantes dentro da Zona de Isolamento.

2.2.4 Somente as seguintes pessoas estão autorizadas a adentrar a Zona de Isolamento:

- oficiais da Federação, da Associação e da Organização;

- competidores da etapa a ser disputada;

- outras pessoas especialmente autorizadas pelo Presidente do Júri, tais como treinadores, preparadores físicos ou acompanhantes dos atletas ou repórteres;

- uma vez que tenham saído da Zona de Isolamento, os acompanhantes dos competidores não podem mais retornar até o final da fase.

2.2.5 Uma vez na Zona de Isolamento, o competidor não deve sair até ser chamado para observar a via e escalar.

2.3 PERÍODO DE OBSERVAÇÃO

2.3.1 Não há um período de observação separado, já que esse faz parte do tempo determinado para cada problema.

2.4 COMPETIÇÃO

2.4.1 Na Fase Final os competidores devem tentar 5 problemas.

2.4.2 Cada problema deve ter um tempo pré-designado (rodada), durante o qual o competidor pode tentar escalar quantas vezes quiser (tentativas). O tempo de um problema deve ser igual para todos os outros problemas da fase, estando estipulado em 6 minutos.

2.4.3 Após cada problema o atleta deve respeitar um período de descanso igual ao determinado para cada rodada. O Presidente do Júri deve anunciar/publicar o número e a seqüência dos problemas a serem escalados antes do início da fase. Cada problema deve ter uma área de onde o atleta pode ver o problema, e nessa área deve estar o colchão protetor.

2.4.4 O começo e o fim de cada rodada deve ser anunciado por um sinal claro e alto. Ao sinal final, os competidores que estiverem escalando devem interromper sua tentativa e ficar em uma área de descanso. Eles não podem observar os outros problemas dessa área. O competidor que termina seu período de descanso deve dirigir-se ao próximo problema.

2.4.5 Uma tentativa deve ser considerada iniciada quando todas as partes do corpo do atleta deixarem o solo.

2.4.6 O último minuto de cada problema deve ser anunciado com um sinal específico antes da competição.

2.4.7 Os competidores podem usar escovas para limpar as agarras que possam ser alcançadas do chão. Somente escovas vistoriadas pela organização podem ser usadas.

2.4.8 O uso de substâncias diferentes do carbonato de magnésio devem ter autorização da Organização.

2.5 FINAL DE UMA TENTATIVA

2.5.1 Uma tentativa é considerada como TOP quando o atleta domina a agarra final e o Juiz anuncia “OK”.

2.5.2 Uma tentativa é considerada terminada quando o atleta retorna ao solo ou quando o tempo de problema termina.

2.5.3 O competidor deve ser parado se passar dos limites que demarcam a área do problema ou utilizar uma agarra proibida. Sua tentativa deve então ser considerada terminada.

2.6 INCIDENTE TÉCNICO

2.6.1 São incidentes técnicos:

- agarra girando ou quebrando;

- partes do muro se quebrando;

- qualquer incidente que obstrua a escalada do competidor que não seja por sua própria falta.

2.6.2 Se um incidente técnico ocorrer, o Júri e os route-setters devem reparar a via da melhor maneira possível. Se isso for possível, a competição pode continuar ou não, sem direito à apelação. Esta decisão será estipulada após votação realizada entre o Júri e os route-setters.

2.6.3 Fase Final:

- Se o incidente técnico puder ser reparado antes do final do tempo de tentativas do atleta, ele deve ter a opção de continuar suas tentativas. Se o atleta decide continuar, então o incidente técnico é desconsiderado e não há mais direito de apelação. Se o atleta decide não continuar com a escalada, então ele deve fazer a sua tentativa após o fim da fase em curso. Nesse caso, o Presidente do Júri decide quando um intervalo de tempo separado deve existir para que a vítima do incidente técnico continue suas tentativas. O atleta tem o direito ao tempo remanescente de escalada no momento em que ocorreu o incidente, com um mínimo de dois minutos.

- Se o incidente não puder ser reparado antes do final da rodada, ao sinal do fim da rodada a fase ficará parada para o atleta vítima do incidente técnico, bem como para os atletas nos problemas anteriores. Para todos os outros atletas a fase continua. Após o reparo, o atleta vítima do incidente tem o direito ao tempo remanescente de escalada no momento em que ocorreu o incidente, com um mínimo de dois minutos em uma rodada. Após esse tempo, a competição recomeça ao sinal sonoro para todos os atletas.

- No caso de um incidente técnico a tentativa em que o mesmo ocorreu deve ser anulada e o atleta tem direito de reiniciá-la.

2.7 CLASSIFICAÇÃO APÓS CADA FASE

2.7.1 Ao final da competição, os atletas devem ser classificados de acordo com os seguintes critérios:

- número de problemas bem sucedidos (TOP's);

- número de tentativas para completar os problemas (se completados);

- número total de pontos bônus;

- número total de tentativas para obter os pontos bônus (se alcançados).

2.7.2 Superfinais: no caso de empate no primeiro lugar após a fase Final, uma Superfinal deve ser feita em um problema.

- Cada atleta empatado tem apenas uma tentativa, na mesma ordem da Final. Um tempo para o problema deve ser pré-determinado pelo Júri e pelos route-setters. A tentativa deve iniciar-se em 40 segundos após a chamada do atleta. A performance de cada atleta deve ser considerada conforme as regras das competições de dificuldade (pontuação decimal). Se vários atletas terminam o boulder, o empate deve ser considerado final. Se nenhum chega ao fim do problema, e ainda persiste o empate na primeira colocação, uma próxima Superfinal deve ser realizada, e assim sucessivamente, até no máximo 6 Superfinais. Se persistir o empate, esse deve ser o resultado final.

2.8 FALTAS

2.8.1 O competidor deve ser interrompido no problema se ocorre um ou mais dos seguintes eventos:

- queda;

- exceder o tempo limite de escalada da rodada;

- ultrapassar os limites do problema;

- usar apoios não permitidos.

2.9 DESCLASSIFICAÇÃO

2.9.1 O competidor deve ser desclassificado se ocorre um ou mais dos seguintes eventos:

- não chegar à Zona de Isolamento dentro do horário estipulado;

- adquirir mais informações sobre as vias do que as permitidas;

- observar as vias de fora das Zonas de Observação;

- cortar ou deixar de usar a camiseta ou a identificação fornecidas pela organização;

- qualquer infração disciplinar.

2.10 RECLAMAÇÕES

2.10.1 Qualquer reclamação sobre uma decisão a respeito da escalada deve ser comunicada à mesa até 5 minutos após a escalada, e dirigida ao Júri por escrito até 10 minutos após a fase.

2.10.2 A comunicação oral da reclamação deve ser feita antes de o atleta ter contato com o público.

2.10.3 Qualquer reclamação relativa à classificação após cada fase e à pontuação deve ser dirigida por escrito à mesa até 20 minutos após o anúncio oficial das classificações.

2.10.4 As reclamações devem vir acompanhadas de um pagamento no valor da inscrição que deve ser reembolsado somente no caso de procedência das reclamações. As reclamações serão analisadas tão rapidamente quanto as circunstâncias permitirem.

2.10.5 Reclamações coletivas serão aceitas desde que os atletas elejam um representante que será responsável pela formalidade da reclamação em que deve constar o nome de todos os atletas reclamantes e a taxa a ser paga no ato de entrega da reclamação.

2.10.6 A taxa das reclamações coletivas é igual à da individual ou seja, o valor da inscrição do campeonato.

2.10.7 Caso a reclamação não proceda, o valor arrecadado com a mesma fará parte da premiação do 1º colocado na mesma categoria do reclamante.

2.10.8 Quaisquer dúvidas devem ser dirimidas utilizando-se o Regulamento Completo da AEEP.

3 REGRAS ESPECÍFICAS - DIFICULDADE

3.1 INTRODUÇÃO

3.1.1 Toda a superfície do muro pode ser utilizada para a escalada, exceto as extremidades laterais e superiores da parede, as chapeletas e os conjuntos de proteção, e qualquer outra indicação feita pelos route-setters. Essas informações serão completadas no período de observação.

3.1.2 Cada atleta poderá usar o material técnico e equipamento que quiser: cadeirinha, sapatilha, magnésio, desde que considerados apropriados pela organização.

3.1.3 O competidor escalará com uma corda simples fornecida pela organização.

3.1.4 Todas as escaladas serão guiadas, com segurança feita a partir do solo.

3.1.5 O competidor deverá fazer uso do nó em oito.

3.2 ZONA DE ISOLAMENTO

3.2.1 Todos os competidores devem se registrar e entrar na Zona de Isolamento até o horário determinado pela organização. É responsabilidade de cada atleta estar plenamente informado de todos os detalhes concernentes da competição.

3.2.2 Em casos extremos de atraso a comissão organizadora e os membros do júri irão julgar a participação ou não do atleta desde que não prejudique o andamento do campeonato.

3.2.3 Não é permitido o uso de telefones celulares por competidores ou seus acompanhantes dentro da Zona de Isolamento.

3.2.4 Somente as seguintes pessoas estão autorizadas a adentrar a Zona de Isolamento:

- oficiais da Federação, da Associação e da Organização;

- competidores da etapa a ser disputada;

- outras pessoas especialmente autorizadas pelo Presidente do Júri, tais como treinadores, preparadores físicos ou acompanhantes dos atletas ou repórteres;

- uma vez que tenham saído da Zona de Isolamento os acompanhantes dos competidores não poderão mais retornar até o final da rodada.

- uma vez na Zona de Isolamento o competidor não deverá sair até ser chamado para escalar.

3.2.5 Ao ser convocado para a escalada, o competidor deixará a Zona de Isolamento e será levado a uma Zona de Trânsito, onde seu equipamento será vistoriado. Ele deverá sair com a cadeirinha da Zona de Isolamento, calçar a sapatilha e atar-se à corda da competição na Zona de Trânsito.

3.2.6 O competidor que não estiver pronto para escalar à chamada do Júri estará sujeito à desclassificação.

3.2.7 Ao sair da Zona de Trânsito para escalar o competidor cruzará uma demarcação, quando iniciará a contagem de 40 segundos, ao fim da qual ele deverá obrigatoriamente iniciar sua escalada.

3.2.8 Ao término de sua tentativa, o competidor poderá juntar-se ao público, mas não deverá retornar à Zona de Trânsito e/ou à Zona de Isolamento, sob pena de desclassificação.

3.3 ZONA DE OBSERVAÇÃO

3.3.1 Aos competidores será dado o direito de observar as vias de cada fase durante determinado tempo informado pela organização antes da prova. Todos os atletas observarão cada via conjuntamente.

3.3.2 Os acompanhantes ou técnicos dos competidores não estão permitidos a acompanhá-los durante o período de observação. Enquanto estiverem dentro da Zona de Observação todos os competidores devem atender às mesmas regras da Zona de Isolamento.

3.3.3 Eles podem usar binóculos e desenhar croquis das vias, porém não devem usar aparelhos de gravação de vídeo ou fotografia.

3.3.4 Na Superfinal o Júri pode decidir que não haverá período de observação.

3.4 COMPETIÇÃO

3.4.1 As fases para a categoria MASCULINO serão: Semifinal, Final, e Superfinal no caso de empate após a Final. Para a FEMININO serão Semifinal, Final, e Superfinal no caso de empate após a Final.

3.4.2 QUOTA - A cada rodada metade dos competidores passarão para a via seguinte. Para a Final Masculina passarão, no máximo, 10 atletas e para a Final Feminina, no máximo, 5 atletas.

3.4.3 O número mínimo de atletas na semifinal e na final é respectivamente 5 e 3 atletas.

3.4.4 A qualificação para as fases seguintes será automática para os competidores que completarem a via. Se o número de competidores for inferior à quota pré-fixada pela organização, este será completado com os próximos melhores colocados até completar a quota.

3.4.5 Em caso de atletas empatados ao nível dessa quota, o número mais próximo da quota será considerado ou seja, se o número de empatados acima da quota for superior ao número de empatados abaixo da cota todos os atletas com a mesma pontuação serão eliminados desde que o número de classificados não seja inferior ao mínimo estabelecido pela organização. Caso o número de empatados abaixo da quota for maior que o número de empatados acima da quota todos os atletas com a mesma pontuação serão classificados.

3.4.6 Se apenas um competidor acima da quota se encontrar empatado com outro abaixo da quota, os dois serão classificados.

3.4.7 Na fase Final serão considerados os resultados da fase Semifinal para desempate. No caso de empate na primeira colocação após as Finais, será realizada uma Superfinal. Persistindo a igualdade, os competidores empatados disputarão uma segunda Superfinal, e outras subseqüentes, até que um só competidor ocupe a primeira colocação.

3.4.8 A colocação geral será feita após a fase Final (ou Superfinal, caso esta ocorra). Caso dois ou mais competidores estejam empatados na mesma colocação, os resultados das fases anteriores serão usados para desempate. Persistindo o empate, assim será considerado o resultado (exceto para a 1ª colocação).

3.4.9 O tempo limite de escalada para cada via será determinado pelos route-setters e comunicado aos atletas antes de cada fase.

3.4.10 A escalada será considerada completada se for feita de acordo com as regras, o atleta dominar a última agarra e se a última proteção for costurada de uma posição legítima, ou seja, não é permitido segurar na borda superior do muro e/ou na última proteção antes de costurá-la.

3.4.11 Em caso de queda ou interrupção da escalada, a última agarra válida usada pelo atleta, será considerada para pontuação.

3.4.12 Agarra dominada será melhor considerada que a tocada, e a usada melhor considerada que a dominada.

3.4.13 A Tabela 2 mostra o sistema de pontuação decimal que o Júri utiliza para avaliar a performance do atleta, onde cada agarra pode ter até 10 diferentes valores. Para tal são considerados todos os movimentos executados por cada competidor. O Júri pode inclusive, com ajuda dos route-setters, usar critérios subjetivos para pontuar e diferenciar a atuação de cada competidor, ou seja, a consideração das agarras fica por conta da interpretação do Júri.

 

Tabela 2 - Pontuação decimal usada pelo júri

Pontos

Descrição

0,1

Agarra tocada em parte não útil

0,2

Agarra tocada em parte útil

0,3

Agarra segurada por tempo breve (não dominada)

0,4

Agarra dominada

0,5

Agarra dominada por tempo longo, sem movimento

0,6

Agarra dominada com movimento não útil

0,7

Agarra dominada com movimento útil

0,8

Agarra utilizada no desespero

0,9

Agarra utilizada sem desespero

 

3.4.14 As costuras não contam para pontuação, porém serão usadas como critério de desempate.

3.4.15 O QUADRO 1 mostra qual a estrutura da pontuação.

 

QUADRO 1 - estrutura da pontuação utilizada pelo júri

 

3.4.16 Os pontos desprovidos de agarras não serão considerados para pontuação, a menos que expressamente definido e divulgado aos competidores pelo route-setter.

3.4.17 O competidor poderá desescalar a qualquer momento, porém não deverá retornar ao solo (ao retirar o segundo pé do chão, a escalada será considerada iniciada e o competidor não poderá mais tocar o solo).

3.4.18 Quando o competidor completar a fase, ou terminar a sua tentativa, ele deverá ser baixado ao chão pelo segurador e a menos que queira comunicar alguma reclamação, deverá imediatamente desencordar-se e deixar a área de competição.

3.5 INCIDENTE TÉCNICO

3.5.1 São incidentes técnicos:

- erro do segurador (corda retesada que ajude ou prejudique a escalada);

- agarra girando ou quebrando;

- partes do muro se quebrando;

- mosquetões de corda das proteções de ponta cabeça;

- qualquer incidente que obstrua a escalada do competidor que não seja por sua própria falta.

3.5.2 O segurador deverá deixar sempre a corda frouxa. Qualquer tensão poderá ser considerada como ajuda artificial ou prejudicial ao competidor e declarado pelo Júri como incidente técnico.

3.5.3 Se o atleta quiser e ainda estiver em posição legítima, após a ocorrência de um incidente técnico, poderá continuar escalando, sem direito à posterior apelação. No entanto, se quiser parar, deverá indicar a causa do incidente e, com a concordância do juiz da via, poderá parar. Se estiver em posição não legítima após o incidente, o Júri decidirá sobre o caso.

3.5.4 Se parar, o competidor deverá respeitar um prazo de recuperação de 5 minutos, após os quais escalará novamente entre o primeiro e quinto atletas seguintes. O competidor deverá, imediatamente após retornar ao solo, informar o Júri sobre quando fará sua nova tentativa. A recuperação se dará em uma segunda Zona de Isolamento ou na Zona de Trânsito, a critério do Júri. A melhor marca será considerada.

3.5.5 Se uma agarra girar ou quebrar, ou parte da estrutura do muro de escalada se danificar, o Júri e os route-setters deverão reparar a via da melhor maneira possível. Se isso for impossível, a competição poderá continuar ou não, sem direito de apelação.

3.6 FALTAS

3.6.1 O competidor deve ser interrompido na via se ocorrer um ou mais dos seguintes eventos:

- queda;

- exceder o tempo limite de escalada da via;

- ultrapassar os limites da via;

- usar apoios não permitidos;

- não costurar as proteções na seqüência correta, ou passar o corpo do mosquetão de corda de uma proteção, sem ter realizado a costura;

- retornar ao solo.

3.6.2 Nestes casos, será considerada a pontuação da melhor posição legítima antes da falta.

3.6.3 O backclip ou seja costurar a corda no mosquetão com a fita expressa torcida será tolerada pelo júri contudo o competidor se responsabiliza por qualquer dano causado por essa prática.

3.6.4 O “Z” clip não será permitido. No ato de costurar, é responsabilidade do atleta não realizar o “Z” clip. Caso positivo o segurador pode avisar o atleta a costurar da forma correta. Se o atleta insistir o segurador irá interromper a progressão e o atleta ocorrerá em falta e poderá ser desclassificado.

3.7 DESCLASSIFICAÇÃO

3.7.1 O competidor será desclassificado se ocorrer um ou mais dos seguintes eventos:

- não chegar à Zona de Isolamento dentro do horário estipulado;

- adquirir mais informações sobre as vias do que as permitidas;

- observar as vias de fora da Zona de Observação;

- não retornar à Zona de Isolamento após o período de observação;

- não estar devidamente equipado ao iniciar a escalada;

- cortar ou deixar de usar a camiseta fornecida pela organização;

- realizar “Z” clip;

- qualquer infração disciplinar.

3.8 RECLAMAÇÕES

3.8.1 Qualquer reclamação sobre uma decisão a respeito da escalada deve ser comunicada à mesa até 5 minutos após a escalada, e dirigida ao Júri por escrito até 10 minutos após a fase.

3.8.2 A comunicação oral da reclamação deve ser feita antes de o atleta ter contato com o público.

3.8.3 Qualquer reclamação relativa à classificação após cada fase e à pontuação deve ser dirigida por escrito à mesa até 20 minutos após o anúncio oficial das classificações.

3.8.4 As reclamações devem vir acompanhadas de um pagamento no valor da inscrição que deve ser reembolsado somente no caso de procedência das reclamações. As reclamações serão analisadas tão rapidamente quanto as circunstâncias permitirem.

3.8.5 Reclamações coletivas serão aceitas desde que os atletas elejam um representante que será responsável pela formalidade da reclamação em que deve constar o nome de todos os atletas reclamantes e a taxa a ser paga no ato de entrega da reclamação.

3.8.6 A taxa das reclamações coletivas é igual à da individual ou seja, o valor da inscrição do campeonato.

3.8.7 Caso a reclamação não proceda, o valor arrecadado com a mesma fará parte da premiação do 1º colocado na mesma categoria do reclamante.

3.8.8 Quaisquer dúvidas devem ser dirimidas utilizando-se o Regulamento Completo da AEEP.

4 REGRAS ESPECÍFICAS DIFICULDADE TRABALHADA

4.1 INTRODUÇÃO

4.1.1 Toda a superfície do muro pode ser utilizada para a escalada, exceto as extremidades laterais e superiores da parede, as chapeletas e os conjuntos de proteção, e qualquer outra indicação feita pelos route-setters. Essas informações serão completadas no período de escalada.

4.1.2 Cada atleta poderá usar o material técnico e equipamento que quiser: cadeirinha, sapatilha, magnésio, desde que considerados apropriados pela organização.

4.1.3 O competidor escalará com uma corda simples fornecida pela organização.

4.1.4 Todas as escaladas serão guiadas, com segurança feita a partir do solo.

4.1.5 O competidor deverá fazer uso do nó em oito.

4.2 ZONA DE ISOLAMENTO

4.2.1 Todos os competidores devem se registrar e entrar na Zona de Isolamento até o horário determinado pela organização. É responsabilidade de cada atleta estar plenamente informado de todos os detalhes concernentes da competição.

4.2.2 Em casos extremos de atraso a comissão organizadora e os membros do júri irão julgar a participação ou não do atleta desde que não prejudique o andamento do campeonato.

4.2.3 Não é permitido o uso de telefones celulares por competidores ou seus acompanhantes dentro da Zona de Isolamento.

4.2.4 Somente as seguintes pessoas estão autorizadas a adentrar a Zona de Isolamento:

- oficiais da Federação, da Associação e da Organização;

- competidores da etapa a ser disputada;

- outras pessoas especialmente autorizadas pelo Presidente do Júri, tais como treinadores, preparadores físicos ou acompanhantes dos atletas ou repórteres;

- uma vez que tenham saído da Zona de Isolamento os acompanhantes dos competidores não poderão mais retornar até o final da rodada. Uma vez na Zona de Isolamento o competidor não deverá sair até ser chamado para escalar.

4.2.5 Ao ser convocado para a escalada, o competidor deixará a Zona de Isolamento e será levado a uma Zona de Trânsito, onde seu equipamento será vistoriado. Ele deverá sair com a cadeirinha da Zona de Isolamento, calçar a sapatilha e atar-se à corda da competição na Zona de Trânsito.

4.2.6 O competidor que não estiver pronto para escalar à chamada do Júri estará sujeito à desclassificação.

4.2.7 Ao término de sua tentativa, o competidor não poderá juntar-se ao público, não deverá retornar à Zona de Trânsito e/ou à Zona de Isolamento, sob pena de desclassificação. Após sua tentativa, ele deverá deixar o local da competição.

4.3 COMPETIÇÃO

4.3.1 Cada categoria terá somente uma via, que será trabalhada no 1o dia de competição. No 2o dia de competição, o atleta tentará encaderná-la, em somente uma tentativa.

4.3.2 Cada competidor terá, no 1º dia, um tempo determinado pelo route-setter para fazer a leitura da via e realizar suas tentativas.

4.3.3 Caso houver empate, o desempate será realizado em uma via à vista.

4.3.4 O tempo limite de escalada para cada via será determinado pelos route-setters e comunicado aos atletas antes de fase final.

4.3.5 A escalada será considerada completada se for feita de acordo com as regras, o atleta dominar a última agarra e se a última proteção for costurada de uma posição legítima, ou seja, não é permitido segurar na borda superior do muro e/ou na última proteção antes de costurá-la.

4.3.6 A pontuação será de acordo com o desempenho do atleta no 2º dia de escalada em que irá realizar sua tentativa final. A última agarra útil com a qual o atleta teve contato será a responsável por sua pontuação.

4.3.7 Agarra dominada será melhor considerada que a tocada, e a usada melhor considerada que a dominada.

4.3.8 O Júri utiliza um sistema de pontuação decimal, onde cada agarra pode ter até 10 diferentes valores. Para tal são considerados todos os movimentos executados por cada competidor. O Júri pode inclusive, com ajuda dos route-setters, usar critérios subjetivos para pontuar e diferenciar a atuação de cada competidor, ou seja, a consideração das agarras fica por conta da interpretação do Júri.

4.3.9 As costuras não contam para pontuação, porém serão usadas como critério de desempate.

4.3.10 Os pontos desprovidos de agarras não serão considerados para pontuação, a menos que expressamente definido e divulgado aos competidores pelo route-setter.

4.3.11 No 1o dia de competição, o competidor poderá tentar a via da maneira que quiser, podendo retornar ao solo no momento que quiser.

4.3.12 No 2o dia de competição, o competidor poderá desescalar a qualquer momento, porém não deverá retornar ao solo (ao retirar o segundo pé do chão, a escalada será considerada iniciada e o competidor não poderá mais tocar o solo).

4.3.13 Quando o competidor completar a 1a fase, ou terminar a sua tentativa, ele deverá ser baixado ao chão pelo segurador. O competidor deverá imediatamente desencordar-se e deixar a área de competição.

4.3.14 No 2o dia de competição, o competidor poderá juntar-se ao público após sua escalada.

4.4 INCIDENTE TÉCNICO

4.4.1 São incidentes técnicos:

- erro do segurador (corda retesada que ajude ou prejudique a escalada);

- agarra girando ou quebrando;

- partes do muro se quebrando;

- mosquetões de corda das proteções de ponta cabeça;

- qualquer incidente que obstrua a escalada do competidor que não seja por sua própria falta.

4.4.2 O segurador deverá deixar sempre a corda frouxa. Qualquer tensão poderá ser considerada como ajuda artificial ou prejudicial ao competidor e declarado pelo Júri como incidente técnico.

4.4.3 Se o atleta quiser e ainda estiver em posição legítima, após a ocorrência de um incidente técnico, poderá continuar escalando, sem direito a posterior apelação. No entanto, se quiser parar, deverá indicar a causa do incidente e, com a concordância do juiz da via, poderá parar. Se estiver em posição não legítima após o incidente, o Júri decidirá sobre o caso.

4.4.4 Se parar, o competidor deverá respeitar um prazo de recuperação de 5 minutos, após os quais escalará novamente entre o primeiro e quinto atletas seguintes. O competidor deverá, imediatamente após retornar ao solo, informar o Júri sobre quando fará sua nova tentativa. A recuperação se dará em uma segunda Zona de Isolamento ou na Zona de Trânsito, a critério do Júri. A melhor marca será considerada.

4.4.5 Se uma agarra girar ou quebrar, ou parte da estrutura do muro de escalada se danificar, o Júri e os route-setters deverão reparar a via da melhor maneira possível. Se isso for impossível, a competição poderá continuar ou não, sem direito de apelação.

4.5 FALTAS

4.5.1 O competidor deve ser interrompido na via se ocorrer um ou mais dos seguintes eventos no 2o dia de competição:

- queda;

- exceder o tempo limite de escalada da via;

- ultrapassar os limites da via;

- usar apoios não permitidos;

- não costurar as proteções na seqüência correta, ou passar o corpo do mosquetão de corda de uma proteção, sem ter realizado a costura;

- retornar ao solo.

4.5.2 Nestes casos, será considerada a pontuação da melhor posição legítima antes da falta.

4.5.3 O backclip ou seja costurar a corda no mosquetão com a fita expressa torcida será tolerada pelo júri contudo o competidor se responsabiliza por qualquer dano causado por essa prática.

4.5.4 O “Z” clip não será permitido. No ato de costurar, é responsabilidade do atleta não realizar o “Z” clip. Caso positivo o segurador pode avisar o atleta a costurar da forma correta. Se o atleta insistir o segurador irá interromper a progressão e o atleta ocorrerá em falta e poderá ser desclassificado.

4.6 DESCLASSIFICAÇÃO

4.6.1 O competidor será desclassificado se ocorrer um ou mais dos seguintes eventos:

- não chegar à Zona de Isolamento dentro do horário estipulado;

- adquirir mais informações sobre as vias do que as permitidas;

- observar as vias de fora da Zona de Observação;

- não estar devidamente equipado ao iniciar a escalada;

- cortar ou deixar de usar a camiseta fornecida pela organização;

- continuar na área de competição após sua tentativa no 1o dia;

- realizar “Z” clip;

- qualquer infração disciplinar.

4.7 RECLAMAÇÕES

4.7.1 Qualquer reclamação sobre uma decisão a respeito da escalada deve ser comunicada à mesa até 5 minutos após a escalada, e dirigida ao Júri por escrito até 10 minutos após a fase.

4.7.2 A comunicação oral da reclamação deve ser feita antes de o atleta ter contato com o público.

4.7.3 Qualquer reclamação relativa à classificação após cada fase e à pontuação deve ser dirigida por escrito à mesa até 20 minutos após o anúncio oficial das classificações.

4.7.4 As reclamações devem vir acompanhadas de um pagamento de no valor da inscrição que deve ser reembolsado somente no caso de procedência das reclamações. As reclamações serão analisadas tão rapidamente quanto as circunstâncias permitirem.

4.7.5 Reclamações coletivas serão aceitas desde que os atletas elejam um representante que será responsável pela formalidade da reclamação em que deve constar o nome de todos os atletas reclamantes e a taxa a ser paga no ato de entrega da reclamação.

4.7.6 A taxa das reclamações coletivas é igual à da individual ou seja, o valor da inscrição do campeonato.

4.7.7 Caso a reclamação não proceda, o valor arrecadado com a mesma fará parte da premiação do 1º colocado na mesma categoria do reclamante.

4.7.8 Quaisquer dúvidas devem ser dirimidas utilizando-se o Regulamento Completo da AEEP.